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Politicando: Promessas, Buracos e Penas; O Ano começou.

sexta-feira, fevereiro 27, 2026
Imagem: Meramente Ilustrativa

Agora sim, o ano começou — porque, como manda a tradição nacional, só depois do Carnaval é que o Brasil liga o motor. Ainda estamos em fevereiro, mas muita coisa já aconteceu… ou, talvez, o mais correto seja dizer que muita coisa deixou de acontecer. Coincidência? Jamais. Planejamento público também tem seus períodos de hibernação.

Vivemos tempos pitorescos. A cidade anda com aquele visual de novela distópica: ruas tomadas pelo mato, pernilongos em modo aerotransportado e uma estética que mistura abandono com resistência natural. E, como manda o figurino, logo virá a campanha contra a dengue — porque nada mais justo do que responsabilizar o morador que paga impostos por aquilo que o poder público deixou de executar: limpeza urbana e manutenção básica. Afinal, consciência é importante, mas ação administrativa também costuma ajudar.

Recentemente, uma chuva resolveu testar a infraestrutura local. Resultado: prejuízo para zona rural e urbana, falta de água e, quando ela aparece, vem acompanhada de um “toque artístico”: turva, ideal para quem deseja lavar roupa no estilo barroco. Uma experiência sensorial completa — visão, tato e um leve risco sanitário.

E eis que surge a figura simbólica do Pavão Misterioso: sempre de penas abertas, reluzentes, presente em obras e situações que não concebeu, mas que agora parecem ter nascido sob sua plumagem. Quando o projeto dá certo, muitos querem ser pais; quando dá errado, ninguém reconhece a maternidade. O povo observa, registra e aprende — especialmente em ano pré-eleitoral, quando até poste recebe discurso.

No campo institucional, temos o espetáculo do “equilíbrio entre os poderes – versão compacta”. O Executivo governa e o Legislativo assiste… de pé e batendo palmas. Fiscalização? Apenas estética: observa-se o figurino, não o conteúdo. Quando algo falha, surge a paisagem; quando algo funciona, surge o marketing. A Constituição até separou os poderes, mas aqui eles parecem compartilhar a mesma sala, o mesmo café e o mesmo discurso. Ressalte-se, por dever de justiça, que há exceções — mas elas costumam falar baixo porque o coral é alto.

As soluções adotadas lembram a famosa técnica do “tampa-buraco filosófico”: cobre-se onde aparece mais e ignora-se onde realmente afunda. Inicia-se obra, abandona-se terra na rua, calçadas viram depósito improvisado e a via pública assume a estética de aterro controlado. Fica a dúvida administrativa: é política pública ou arte contemporânea? Enquanto isso, ruas afundam e esperam, pacientemente, a próxima chuva levar o resto embora.

Há ainda um tema sério que insiste em pedir atenção: prevenção. Pontes, áreas rurais, pontos críticos — tudo isso exige ação técnica, não encenação. Defesa Civil não é cargo decorativo nem escolha simbólica; é função estratégica. Prevenir é mais barato que reconstruir, mas isso exige planejamento, que por sua vez exige vontade política. E como mais chuvas virão, talvez seja prudente cuidar da população antes das festas, e não depois das tragédias.

A ciclovia construída às margens da MG-295, no sentido Brazópolis, é um primor da engenharia política, nasce com um nobre propósito: incentivar a mobilidade e o lazer, sendo bonita no discurso e temerária na prática. Implantada ao lado de um barranco que desaba a cada período de chuva, a obra ignora o princípio mais básico da Administração Pública — a segurança do usuário — e flerta com a irresponsabilidade técnica. Afinal, mobilidade urbana não é sinônimo de roleta-russa sobre duas rodas.

Pela lei, obra pública deve atender ao interesse coletivo, à eficiência e à finalidade pública. Aqui, contudo, o que se vê é uma ciclovia sem iluminação, sem proteção contra deslizamentos e sem definição clara de qual população será efetivamente beneficiada. Traduzindo: dinheiro público investido em uma estrutura que não resolve problema real e ainda cria outro maior. Isso não é planejamento; é maquiagem urbana.

Enquanto o Executivo constrói no improviso, o Legislativo fiscaliza no modo “olhos fechados”. Um finge que projetou, o outro finge que analisou. No final, sobra para o cidadão confiar a própria vida a uma ciclovia que parece mais um experimento de resistência humana do que política pública. O povo elegeu gestores para proteger direitos, não para inaugurar riscos. Não se preocupe, qualquer coisa que der errado, espero que não dê. Será culpa da outra gestão!

O Projeto de Lei que altera a Lei nº 1.158/2010, ao estender o pagamento de medicamentos aos agentes políticos, é um verdadeiro exercício de criatividade jurídica: chama de “indenização” aquilo que, na prática, é benefício pessoal pago com dinheiro público. A Constituição impõe que o subsídio de agentes políticos seja pago em parcela única, vedado o acréscimo de vantagens. Para contornar isso, a proposta tenta rebatizar o benefício como “indenizatório”, como se trocar o nome mudasse a natureza da coisa. Cosmética legal não transforma privilégio em política pública.

Mais curioso ainda é o argumento de que, por ser “indenizatório e imprevisível”, não há necessidade de estimar impacto financeiro. Ou seja: cria-se uma despesa pública sem dizer quanto custa, contrariando frontalmente os princípios da responsabilidade fiscal, da eficiência e da transparência. Em português claro: legisla-se no escuro e paga-se depois com a conta do cidadão.

Enquanto o servidor comum recebe o benefício como política assistencial limitada, o agente político — que já possui subsídio próprio — passa a ser incluído no mesmo pacote, sem qualquer demonstração de necessidade, sem critério social e sem vinculação direta ao interesse público. A lei deixa de ser instrumento de justiça administrativa para se tornar um atalho legalizado de aumento indireto de remuneração.

No fim, a mensagem institucional é clara: quando falta medicamento para o povo na UBS, cria-se lei para garantir remédio para quem governa. A Administração Pública deveria proteger o coletivo; aqui, parece priorizar quem já tem poder de assinar a própria vantagem. Em vez de política pública de saúde, o projeto inaugura uma política de autoproteção legislada.

Um lembrete jurídico importante: criticar gestão pública não é crime. Falar de atos administrativos, políticas públicas e condutas institucionais é exercício legítimo da cidadania. Pessoas públicas, no exercício de funções públicas, estão sujeitas à fiscalização social. Isso não é afronta; é democracia. O que não se pode é confundir crítica com perseguição, nem opinião com ofensa — coisas bem diferentes no Vade Mecum e na vida real.

Portanto, cuidado, povo: participar, questionar e cobrar não é delito. Delito é transformar o silêncio em método de governo e o aplauso em política pública!


"Pavão Misterioso, Passaro Formoso, Tudo é mistério nesse teu voar, mas se eu corresse assim.....Muita história eu tinha pra contar" - Ney Matogrosso.

Dona Paula

Operação Couraça 2 contra organização criminosa interestadual é defragrada.

quarta-feira, fevereiro 25, 2026
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quarta-feira (25/2), a Operação Couraça 2, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A ação é coordenada pela Delegacia de Defraudações, vinculada à Delegacia Regional de Polícia Civil em Itajubá, no Sul de Minas.




As investigações contaram com o apoio técnico do Laboratório de Lavagem de Dinheiro, responsável pela análise financeira e pela identificação da estrutura de atuação do grupo criminoso. Conforme apurado, os investigados atuavam de forma estruturada, com divisão de tarefas e uso de diferentes modalidades de fraude.

Entre os principais golpes identificados estão o falso boleto, caracterizado pela emissão e envio de cobranças fraudulentas que simulavam débitos legítimos; o golpe do anúncio clonado em plataformas de comércio eletrônico, especialmente envolvendo a venda de veículos, no qual um integrante se passava por intermediário e induzia vendedores e compradores ao erro; além da falsa “milhar” ou falso resgate de pontos de cartão, em que os criminosos se apresentavam como representantes de operadoras de cartão de crédito e, por meio do envio de links maliciosos, obtinham acesso remoto aos celulares das vítimas para capturar dados e realizar transações financeiras indevidas. Também foi identificada a prática conhecida como falsa central de atendimento bancário.

Com base nas análises bancárias, a PCMG rastreou o caminho do dinheiro e identificou o fluxo financeiro entre diversas contas utilizadas pelo grupo, permitindo a identificação de outros envolvidos e o detalhamento do esquema de ocultação e dissimulação dos valores ilícitos. No período investigado, a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 9.103.614,60.

Ao todo, foram identificados e indiciados 24 indivíduos, distribuídos nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Piauí, o que evidencia o caráter interestadual da atuação criminosa. A operação contou com o apoio das Polícias Civis desses estados para o cumprimento das medidas judiciais.

Nesta fase da operação, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 24 mandados de prisão preventiva. Durante as ações policiais, 15 investigados foram efetivamente presos. Até o momento, nove continuam foragidos e seguem sendo procurados. Concomitantemente, foi determinado o bloqueio das contas bancárias dos envolvidos, com o objetivo de possibilitar o ressarcimento das vítimas.

A Polícia Civil orienta a população a não realizar pagamentos de boletos sem conferir cuidadosamente os dados do beneficiário, a não clicar em links enviados por desconhecidos e a não fornecer dados pessoais ou bancários por telefone. Situações suspeitas podem ser comunicadas pelos telefones 181 ou 197.

Após a conclusão das ações da Operação Couraça 2, os resultados serão divulgados oficialmente.

Polícia Ambiental Resgata Jaguatirica em Santuário de Cássia-MG

sábado, fevereiro 21, 2026
A Polícia Militar de Meio Ambiente realizou, neste sábado, dia 21 de fevereiro, uma ocorrência de recolhimento e resgate de animal silvestre no município de Cássia-MG.

Fotos: Polícia Militar de Meio Ambiente

De acordo com a corporação, a equipe foi acionada e compareceu ao Santuário Santa Rita de Cássia, onde havia a presença de um felino no interior do local, situação que poderia colocar em risco a segurança dos fiéis.

Imediatamente, os policiais militares ambientais iniciaram o empenho com o objetivo de capturar e resgatar o animal, identificado como uma jaguatirica. Após a captura, o felino foi solto em seu habitat natural, em área distante da zona urbana do município de Cássia/MG.

A ação garantiu a segurança das pessoas que frequentavam o santuário e também a preservação do animal silvestre, que foi devolvido à natureza.


Bloco Além do Além mantém viva a tradição do Carnaval de Rua em Piranguinho-MG

sábado, fevereiro 21, 2026
O Bloco Caricato Além do Além mostrou, mais uma vez, sua força e tradição ao ser o único bloco a desfilar durante o Carnaval de 2026 em Piranguinho, no sul de Minas Gerais. Com 39 anos de existência, a agremiação reafirmou seu papel como símbolo da cultura popular e da folia de rua no município.


Fundado por Sérgio Raniel Soares, já falecido, o Bloco Além do Além carrega em sua história não apenas animação, mas também memória afetiva. Para muitos moradores, o bloco representa lembranças da infância e da adolescência, remetendo aos carnavais “das antigas”, marcados pela simplicidade, criatividade e alegria nas ruas.

O desfile aconteceu no domingo e na terça-feira de Carnaval de 2026, com concentração no Parque Municipal Luiz Vieira Neto, integrando a programação oficial promovida. Fantasiados, foliões de todas as idades acompanharam o bloco, reforçando o caráter familiar e comunitário da festa.

Com foco na folia de rua e na participação popular, o Bloco Além do Além segue sendo uma das principais expressões do Carnaval de Piranguinho, contribuindo para a valorização da cultura local e mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.

Mesmo em um ano com programação reduzida, a presença do bloco garantiu animação, música e interação entre moradores, reafirmando que o Carnaval da cidade continua pulsando graças à dedicação de seus foliões e parceiros.



Concursos e Premiações: 
A Criatividade em Destaque

Um dos momentos mais aguardados do desfile foi a tradicional competição de fantasias e alegorias, que premia o empenho e a inventividade dos participantes. O Bloco Além do Além promoveu uma disputa acirrada em diversas categorias, contemplando desde a suntuosidade dos veículos até a irreverência das caracterizações individuais.

Neste ano, as categorias em concurso foram:

Alegorias e Grupos: Carro Alegórico, Carro Mais Turbinado e a Turma Mais Animada.

Infantil (até 15 anos): Melhor Fantasia de Criança (até 3 anos), Melhor Fantasia de Monstro Criança, além das categorias de Melhor Menino Vestido de Mulher e Melhor Menina Vestida de Homem.

Adulto e Sênior: Melhor Fantasia de Monstro Adulto e Melhor Fantasia para participantes acima de 60 anos.

Irreverência e Estética: Homem Mais Bem Vestido de Mulher, Mulher Mais Bem Vestida de Homem e o tradicional prêmio de Homem Mais Feio Vestido de Mulher.

A diversidade das categorias reflete o espírito democrático do bloco, que consegue unir o lúdico infantil à sátira social, mantendo o Carnaval de Piranguinho como um espaço de celebração para todas as gerações.

Alguns Momentos:


























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Tecnologia de reconhecimento facial auxilia na prisão de foragido durante a Operação Carnaval 2026, em Belo Horizonte-MG

sexta-feira, fevereiro 20, 2026
A Polícia Militar de Meio Ambiente – 5ª Cia PM MAMB participou da Operação Carnaval 2026 com emprego de tecnologia de ponta no policiamento, resultando na prisão de um foragido da Justiça durante o período carnavalesco em Belo Horizonte.


A ocorrência foi registrada na terça-feira, dia 17 de fevereiro, às 16h, quando, com o apoio da RPA proveniente da 5ª Cia PM MAMB e por meio do Sistema de Reconhecimento Facial da PMMG, foi identificado um indivíduo com mandado de prisão em aberto em meio ao público participante do evento carnavalesco.

Após a identificação pelas imagens fornecidas pela RPA, o militar observador aéreo repassou imediatamente a informação, via rede rádio, ao militar no posto de comunicações do Olho Vivo, que difundiu o alerta às equipes de motopatrulhamento e de incursão. O suspeito foi abordado e, após consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) e ao Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), foi confirmada a existência de ordem judicial de captura em seu desfavor.

Conforme o mandado de prisão, o indivíduo responde a processo pelos crimes de cárcere privado e sequestro, ocorridos no município de Caeté/MG. Ainda segundo os registros, ele possui passagens anteriores por agressão. O autor foi devidamente preso e conduzido à autoridade de polícia judiciária para as providências legais cabíveis.

De acordo com a ordem de serviço referente ao policiamento aéreo por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA), foi realizado patrulhamento aéreo durante o Carnaval 2026 com o objetivo de ampliar a sensação de segurança dos foliões presentes na festividade.

Na região do Sul de Minas, dois militares participaram da operação. A produtividade da ação foi a seguinte: seis abordagens realizadas e uma pessoa presa.

Durante o decorrer da operação, foram mantidos contatos com transeuntes e com autoridades responsáveis pelo policiamento ostensivo na área do evento, visando ao alinhamento operacional e ao reforço da presença institucional.

A atuação foi alvo de elogios por parte da população presente, com destaque para turistas provenientes de outros estados, que manifestaram reconhecimento quanto à atuação preventiva e à inovação tecnológica empregada no policiamento.




Em ato heroico, bombeiro militar salva cadela em incêndio em Pouso Alegre-MG

sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Um bombeiro militar protagonizou um ato heroico ao resgatar uma cadela durante um incêndio de grandes proporções registrado em uma oficina/depósito de materiais automotivos localizada às margens da BR-459, no bairro Caiçara, em Pouso Alegre-MG.


O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado via 193 para atender à ocorrência. Ao chegarem ao local, os militares constataram que o fogo já se encontrava em estágio avançado e iniciaram imediatamente o combate às chamas, solicitando apoio em razão da gravidade da situação.


Durante a atuação, o proprietário do estabelecimento informou que havia uma cadela no interior do imóvel. Diante da informação, a guarnição adotou uma estratégia específica para possibilitar o salvamento do animal com segurança.

Os combatentes concentraram esforços na criação de uma rota segura de acesso ao interior da edificação, controlando o fogo e reduzindo a temperatura em pontos estratégicos. Também foram realizadas aberturas no telhado para liberação de calor e fumaça, melhorando as condições internas e aumentando a segurança da operação.

Com a área parcialmente estabilizada e identificada uma zona viável para entrada, o chefe da guarnição, utilizando equipamentos de proteção individual adequados, adentrou o imóvel pela rota criada previamente e localizou a cadela no interior de um banheiro. O animal foi retirado em segurança e entregue ao proprietário, sem ferimentos aparentes. A cadela pertence ao dono do depósito e permaneceu sob seus cuidados após o resgate.

Com o apoio de equipes adicionais e de um caminhão-pipa disponibilizado por empresa parceira, o incêndio foi totalmente extinto. Em seguida, foi realizado o trabalho de rescaldo para eliminação de possíveis focos remanescentes.

A ocorrência foi encerrada sem registro de vítimas humanas. Não houve confirmação sobre a causa do incêndio até o encerramento do atendimento.

O Corpo de Bombeiros destacou que a atuação coordenada da equipe, especialmente a criação de uma rota segura de acesso em ambiente com fogo ativo, foi fundamental para o êxito do salvamento e para a segurança dos militares envolvidos.

Em situações de emergência, a população deve acionar imediatamente o telefone 193.

Foragido da Justiça é preso durante Operação Carnaval 2026 em Itajubá-MG

quarta-feira, fevereiro 18, 2026
Durante a Operação Carnaval 2026, a Polícia Militar de Meio Ambiente prendeu um foragido da Justiça no município de Itajubá-MG. A ocorrência foi registrada na segunda-feira, dia 16 de fevereiro, por volta das 8h.


Segundo a corporação, durante patrulhamento pelo bairro Bahamas, os militares foram informados da existência de um mandado judicial de recaptura em desfavor de um homem, com pena restante de 2 anos e 9 meses em regime fechado. De posse das informações, a equipe do Meio Ambiente de Itajubá deslocou-se até a residência indicada, onde localizou o indivíduo.

No local, foi confirmada a existência do mandado de recaptura, expedido pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Itajubá. Diante dos fatos, o homem foi cientificado sobre a motivação de sua captura, bem como sobre seus direitos, recebendo voz de prisão.

Em seguida, o autor foi encaminhado ao Hospital de Clínicas de Itajubá, onde recebeu atendimento médico e foi liberado. Após o registro da ocorrência, o foragido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da autoridade de polícia judiciária de plantão.

Polícia Ambiental apreende motocicleta com sinais de clonagem em Wenceslau Braz-MG

domingo, fevereiro 15, 2026
A Polícia Militar de Meio Ambiente apreendeu, na tarde desta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, uma motocicleta com indícios de adulteração e possível clonagem no Bairro dos Quincas, zona rural de Wenceslau Braz, no Sul de Minas Gerais.


De acordo com a corporação, a ocorrência foi registrada por volta das 15h39min durante patrulhamento ambiental realizado no entorno das cachoeiras, em cumprimento à ordem de serviço operacional referente ao período de Carnaval da 5ª Companhia da Polícia Militar de Meio Ambiente.

Durante o deslocamento pela região rural, os militares visualizaram uma motocicleta escondida em uma área de retiro, em meio ao mato, sem placa de identificação e sem os itens obrigatórios de segurança. Diante da situação suspeita, foi realizada a abordagem, busca pessoal e vistoria veicular.

Na inspeção, os policiais constataram que o chassi do veículo estava raspado, impossibilitando sua identificação. O motor apresentava a numeração CG125E-116****, porém essa referência não foi localizada nos sistemas de consulta disponíveis.

Questionado, o proprietário do imóvel onde a motocicleta foi encontrada informou que o veículo pertenceria a um indivíduo conhecido apenas pelo primeiro nome, morador do Bairro Quilombo. Segundo ele, a motocicleta foi deixada em sua propriedade no dia 26 de janeiro de 2026, sob a alegação de que havia apresentado defeito mecânico, e que o proprietário retornaria para buscá-la, o que não ocorreu até a data da abordagem policial.


Fotos: Polícia Militar de Meio Ambiente 

Blitz ambiental apreende 67 kg de peixe irregular em Piranguinho-MG

quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Uma operação conjunta do Grupamento de Polícia Militar de Meio Ambiente de Itajubá e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) resultou na apreensão de 67,4 kg de pescado irregular na BR-459, no trevo do Distrito de Santa Bárbara, em Piranguinho-MG. 

Fotos: Polícia Militar de Meio Ambiente 

A ação ocorreu na manhã desta quinta-feira (12), durante uma blitz de trânsito ambiental prevista no cartão programa de patrulhamento da unidade.

Os militares abordaram um GM Celta verde, conduzido por Rodrigo Aparecido Magalhães. No interior do veículo, foram encontrados dois sacos contendo peixes da espécie Curimbatá (Prochilodus scrofa), pertencentes à fauna silvestre e típicos da Bacia do Rio Grande. O condutor informou ter adquirido o pescado de Benedito Sérgio Cândido, que foi localizado e compareceu ao local. Ele confirmou ter capturado os peixes na manhã do mesmo dia.

Durante a fiscalização, a Polícia Militar de Meio Ambiente constatou diversas irregularidades:
  • falta de comprovação de origem do pescado;
  • ausência de licença ou autorização de pesca;
  • transporte sem refrigeração ou acondicionamento adequado;
  • inexistência de inspeção sanitária;
Pesca realizada em período de defeso da Piracema 2025/2026, mesmo com os peixes estando acima da medida mínima permitida.

Devido às condições impróprias e à falta de documentação, o material apreendido foi inutilizado no Aterro Sanitário de Itajubá.

Os envolvidos receberam autos de infração com base no Decreto Estadual nº 47.383/2018 e foram presos em flagrante pelo crime previsto no artigo 34 da Lei de Crimes Ambientais. O veículo utilizado no transporte foi apreendido, permanecendo sob responsabilidade do condutor como depositário fiel.

Antes de serem encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Brazópolis, os detidos passaram por avaliação médica no Hospital de Clínicas de Itajubá.

A operação foi finalizada sem incidentes e seguiu todos os procedimentos legais previstos.




Polícia Ambiental cumpre mandado de prisão em Itajubá-MG

terça-feira, fevereiro 10, 2026
A Polícia Militar de Meio Ambiente cumpriu, nesta terça-feira, dia 10 de fevereiro, um mandado de recaptura de um homem no município de Itajubá, após diligências realizadas pela guarnição.

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente 

Antes de iniciar o patrulhamento, os militares efetuaram consulta ao sistema SIGOP com o objetivo de identificar possíveis foragidos na área de atuação. Durante a pesquisa, foi localizado um mandado de prisão ativo em nome de um indivíduo cujo paradeiro era considerado incerto.

Durante patrulhamento pelo bairro Avenida, e após receber informações, a equipe encontrou o procurado deitado em um sofá dentro de uma Agência de Motoboy. Ele foi abordado e submetido à busca pessoal, não sendo localizado nenhum material ilícito.

A verificação nos sistemas informatizados confirmou a existência do mandado de prisão, expedido pela Comarca de Itajubá em 4 de fevereiro de 2026.

A recaptura foi realizada, com todos os direitos constitucionais do detido devidamente assegurados. Em seguida, o autor foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico, e posteriormente conduzido à Delegacia de Polícia para as providências legais cabíveis.
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